Commons:Wiki Loves Earth 2022 in Brazil

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concurso fotográfico

WIKI LOVES

EARTH 2022

NO BRASIL
levando as belezas naturais do Brasil para o mundo livre

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WLE BR.svg


BEM-VINDO AO WIKI LOVES EARTH NO BRASIL - VERSÃO 2022

O WIKI LOVES EARTH (em português, Wiki Ama a Terra) é um concurso fotográfico que incentiva pessoas ao redor do globo a colaborem com suas fotos de áreas de proteção ambiental, fotos de espécies nelas habitadas, e de retrato da destruição ambiental. As fotos tornam-se parte do acervo Wikimedia Commons, a nossa midiateca livre, do mesmo Movimento de voluntários que a Wikipédia, criando um acervo aberto para toda a Humanidade. O concurso é organizado por voluntários da Wiki em parceria com a Fundação Wikimedia e com o Alto Comissariado das Nações Unidas para os Direitos Humanos

COMO FUNCIONA O CONCURSO

O concurso tem duas ETAPAS:
Nacional
  • De 15 julho a 15 de agosto de 2022
  • Um grupo de jurados especialistas em fotografia selecionará:
    • A mais importante foto do concurso nacional
    • E 5 fotografias de cada categoria (paisagem, seres vivos, destruição ambiental) que irão para a etapa internacional.
Internacional:
  • De outubro a novembro de 2022
  • As cinco melhores fotografias das categorias paisagem e seres vivos, totalizando 15 fotos, representarão o Brasil. Nessa etapa, concorrerão os vencedores de cada um dos 40 países participantes. Serão escolhidas as 20 melhores fotografias dentre todos os participantes. Importante: Não é possível concorrer a etapa internacional sem passar pela nacional.


A PREMIAÇÃO será:
Nacional
  • O fotógrafo com a foto mais importante do concurso nacional receberá a oportunidade de participar de uma expedição fotográfica em 2023 em território brasileiro a uma área de proteção ambiental.
  • Os 5 primeiros colocados de cada categoria passam para a etapa internacional;
Internacional
  • Os 20 ganhadores receberão voucher para a Amazon ou outra loja online, o valor depende da sua colocação.
Para mais informações: Wiki Loves Earth 2022


REGULAMENTO

  • Regra 1: Os participantes devem estar registrados na WIKIMEDIA COMMONS. O e-mail cadastrado deve estar ativo e atualizado para que os organizadores possam entrar em contato, caso a fotografia seja premiada;
 Criar uma conta
  • Regra 2: Todas as fotografias devem ser de autoria do participante. Elas podem ser enviadas individualmente ou durante uma sessão de upload em massa;
  • Regra 3: As fotografias devem ser enviadas durante o período de 15 julho a 15 de agosto de 2022. Embora as fotografias possam ter sido tiradas em qualquer momento, elas deverão ser carregadas dentro do prazo estipulado;
  • Regra 4: Todas as fotografias devem ser nomeadas de acordo com o seguinte modelo:
Nome do local_Nome do participante_(numeral da sequência de fotografias do mesmo local).
Exemplos:
  • Parque Estadual X_Fulano de tal_(01);
  • Parque Estadual X_Fulano de tal_(02);
  • Regra 5: Sugerimos que as fotografias apresentem coordenadas geográficas. Para os casos em que as câmeras fotográficas não adicionem a informação automaticamente, pode-se utilizar a coordenada central da Unidade de Conservação em que a fotografia foi tirada.
  • Regra 6: Todas as fotografias enviadas para o concurso serão automaticamente licenciadas sob a Creative Commons Attribution-Share Alike 4.0 (CC-BY-SA 4.0). Leia mais sobre aqui
  • Vale ressaltar que a Creative Commons Attribution-Share Alike 4.0 é uma licença livre. No Brasil, o direito moral sobre a obra é inalienável e a licença prevê que o seu uso deve ser feito mediante a citação do nome do fotógrafo;
  • Regra 7: Não serão aceitas fotografias:
    • cuja nomeação do arquivo não respeite as normas do Regulamento 4;
    • de terceiros, ou seja, que não sejam de autoria do participante que a está submetendo;
    • com marcas d'água ou assinaturas incorporadas, já que o nome do participante estará registrado nos metadados da fotografia;
    • abaixo de 2Mpix;
      • Vale ressaltar que fotos com corte severo do tamanho original ou propositadamente diminuídas pelo fotógrafo na hora da exportação (prática de scale down) dificilmente serão fotos vencedoras.
    • repetidas ou que já constem no banco de dados da WIKIMEDIA COMMONS, mesmo que seja de sua autoria;
    • de locais não pertencentes às Unidades de Conservação protegidas por lei (vide Lista de Unidades de Conservação abaixo);
    • que fujam ao tema, ou seja, não tenham sido tiradas em uma Unidade de Conservação ou que não abordem o tema proposto.
  • Regra 8: O resultado do concurso nacional será divulgado em 30 de agosto de 2022 nesse site. Do internacional, em novembro de 2022.
  • Regra 9: A premiação será fornecida apenas para residentes da República Federativa do Brasil maiores de 18 anos. Ao aceitar participar do concurso, os ganhadores se comprometem a:
  • fornecer as informações necessárias (nome, documento, local de origem) quando contactado pelos organizadores, para a emissão de vale presentes.
Caso o(s) ganhador(es) não responda(m), o prêmio será transferido automaticamente para o próximo colocado do concurso, o qual passará a ter os mesmos direitos e deveres descritos anteriormente.


COMO PARTICIPAR

  • Para participar basta enviar fotos de Unidades de Conservação brasileiras tiradas por você:
1. Consulte a LISTA DE UNIDADES DE CONSERVAÇÃO por estado brasileiro abaixo;
2. Selecione o estado que se encontra a Unidade de Conservação;
3. Na Unidade de Conservação escolhida, clique em "Enviar Foto".
4.Não esqueça que as fotografias devem ser nomeadas de acordo com o seguinte modelo:
Nome do local - Nome do participante (numeral da sequência de fotografias do mesmo local)
Exemplos:
Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros - Maria Silva (01)
Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros - Maria Silva (02)
Parque Nacional dos Lençóis Maranhenses - Maria Silva (01)

LISTA DE UNIDADES DE CONSERVAÇÃO

Região Norte
Região Nordeste
Região Centro-Oeste
Região Sudeste
Região Sul

INTRODUÇÃO À WIKIMEDIA COMMONS

Caso não conheça a Wikimedia Commons, quais são os objetivos, e como funcionamos, bem como criar uma conta, necessário para contribuição nesse concurso, temos um vídeo para resumir essas informações:


AVALIAÇÃO DAS FOTOGRAFIAS

O concurso consiste em três CATEGORIAS:

1. Fotos da paisagem de Unidades de Conservação

Fotos que ilustrem unidades de conservação, mostrando tanto suas belezas quanto a estrutura do local.


2. Fotos de seres vivos em Unidades de Conservação Fotos de espécies de fungos, plantas e animais


3. Fotos da destruição ambiental em Unidades de Conservação

Fotos que retratem:
  • Aquecimento global (ilustrações de mudanças climáticas, cursos d'água ou intervenções humanas que causam alterações em paisagens naturais resultando em alterações climáticas);
  • Perda de biodiversidade, ou sinais de animais, ou plantas sob pressão ambiental devido a mudanças ambientais;
  • Destruição por indústrias extrativas (ou seja, mineração e silvicultura) e poluição;
  • Paisagens em risco de desaparecimento, fragmentação de ecossistemas;
  • Seres humanos sendo afetados negativamente pela destruição de natureza ou agindo em prol à proteção ambiental, experimentando mudanças ambientais que afetam sua saúde ou bem-estar (para referência, consulte Direito a um ambiente saudável);


FOTOS ESPERADAS

Seguem exemplos de fotos esperadas neste concurso (fotos meramente ilustrativas, não necessariamente pertencem às Unidades de Conservação nacionais).


Em sua maioria, as fotos são compostas por paisagens amplas e mostram sua estrutura geológica e flora. São aceitos diversos padrões e tamanhos, como vertical, horizontal, 10:1, 16:9,1:1, etc. Dica: Cuidado com fotos que estão tão focadas em composição (contraste de cores, luzes, etc) que dificultam visualizar o local.



Fotos de animais tiradas em Unidades de Conservação são muito interessantes do ponto de vista educacional. Identifique a espécie da fotografia sempre que possível, mas não se preocupe caso não consiga, pois outros voluntários podem ajudar nessa missão. Para a etapa internacional é mandatório que a espécie esteja identificada, por isso é importante informar, no mínimo, local e data da fotografia. Estruturas associadas a fauna, como ninhos, colmeias, pegadas, fezes entre outros, também são importantes, pois o nosso principal objetivo é angariar fotos de conteúdo educacional, não apenas bonitas.



Fauna, flora e gungos podem se apresentar como um desafio quanto à identificação. Para os casos sem identificação que precisam da ajuda de voluntários, é importante mostrar as suas estruturas. No caso das plantas, tronco, flores, folhas e seu padrão de disposição. Para fungos, o corpo frutífero (vulgo chapéu), local onde foi registrado e, se possível, uma escala de referência.
Fotos aéreas dão outras perspectivas, possibilitando ter noção de dimensões e extensões das áreas protegidas. Com a popularização de quadricópteros, seria interessante termos recebimento de fotos por essa perspectiva, que antes era só reservada para fotografias à partir de helicópteros.


Algumas de nossas Unidades de Conservação têm área marinha protegida, como lagos, rios e mares, portanto fotos subaquática são bem-vindas!
Alguns fênomenos naturais, alguns comportamentos de alguns seres vivos, só ocorrem ao cair da noite. O registro desses fênomenos, embora difícil, é de grande valia. Astrofografia também é bem vinda.


FOTOS ADICIONAIS

Dentre as fotos que gostaríamos de receber, estão inclusas as de locais que ainda não possuem registro. Por isso, por favor, independente da qualidade da imagem, compartilhem a maior quantidade possível de Unidades de Conservação.
Também seremos muito gratos se forem submetidas fotos que abordem a estrutura das Unidades de Conservação, como escadas, passarelas, áreas para camping, entre outros. Esses registros são de grande valor para termos uma noção da estrutura das áreas de proteção ambiental e sua acesssibilidade.


Sabemos que já passamos do ponto crítico de preservação, e muito do que vemos hoje, futuras gerações próximas já não virão. Fotos de denúncias de devastação de áreas de preservação são de suma importância, e podemos usar a visibilidade da Wikipedia para mostrar questões que podem passar invisíveis. Escolhemos não colocar mais fotos, principalmente de animais, pois essas já foram suficientemente duras, mas não se poupe, denuncie.


JURI

Nosso corpo de jurados é formado tanto por fotógrafos experientes de múltiplas áreas quanto por fotógrafos especialistas em fotografias da natureza. Com isso, conseguimos uma melhor qualidade na seleção das fotografias, aumentando a multiplicidade de visões.

  • Alberto Andrich,
    • Fotógrafo e cinematógrafo de aventura, natureza e cultura. Documentarista com inúmeros trabalhos na área de natureza e sustentabilidade. Especialista em expedições exploratórias, Fundador e Presidente da WAS - Wolrd Adventure Society.
    • Instagram:@al_andrich
  • Alexandre Lobo,
    Espeleólogo há mais de 30 anos, é membro do Grupo Bambuí de Pesquisas Espeleológicas e diretor de espeleologia na World Adventure Society (W.A.S.).
    Espéleofotógrafo, especialista em documentação de cavernas através da topografia, fotografia e realidade virtual.
    Um dos mais premiados espéleofotógrafos do país, Lobo iniciou suas atividades espeleológicas em 1991 com a exploração e documentação de cavernas. A sua paixão pela fotografia de cavernas iniciou em 1993.
    Idealizou o projeto Natureza Subterrânea, onde o fotógrafo busca documentar as cavernas do Brasil e do mundo, trazendo à superfície a beleza do mundo subterrâneo.
  • Alexandre Socci,
    • É fotógrafo e diretor de fotografia, especializado em expedições, corrida de aventura, esportes radicais, natureza e fotografia subaquática. De mergulho em cavernas a paraquedismo, passa a maior parte do tempo cercado pela natureza, trabalhando como fotógrafo de esportes de aventura e documentarista. Tem parceria com diversas marcas famosas (Red Bull, Canon, Canal Off) e é cofundador da equipe de fotografia de esportes de aventura Green Pixel.
    • Instagram:@alexandre.socci
  • Ana Gomes,
  • Clau Lizieri,
    De formação acadêmica, sou técnica em Meio Ambiente com habilitação em Florestal pela Escola Agrotécnica Federal de Cáceres, Mato Grosso. Graduada em Ciências Biológicas pela Universidade do Estado de Mato Grosso (2007). Mestre em Botânica pela Universidade Federal de Viçosa (2009) e doutora pela mesma instituição com período sanduíche no Centro de Estudos da Antártica (Gateway Antarctica), Universidade de Canterbury, Nova Zelândia (2014). Docente nos cursos de Engenharia Ambiental, Ciências Biológicas e Biomedicina (2015-2018) do Centro Universitário de Belo Horizonte. Presidente da diretoria executiva da Associação de Pesquisadores e Educadores em Início de Carreira sobre o Mar e os Polos APECS-Brasil (2018-2020). Atualmente, uso a ciência e a docência na gestão pública, atuando como Assistente Ministerial no Centro de Apoio Operacional do Meio Ambiente Natural do Ministério Público no estado de Mato Grosso. Tenho realizado pesquisas envolvendo os temas da ecofisiologia e biotecnologia de cianobactérias, microalgas e plantas aquáticas, adicionados de estudos de impactos ambientais, especialmente na Antártica, onde estive por algumas vezes e no Bioma Pantanal “minha casa natal”. Como cidadã parte da sociedade, desenvolvo trabalhos para divulgação e popularização da ciência envolvendo as redes do ensino privado, público e sociedade em geral. Praticante de atividades na natureza, apaixonada por montanhas, idealizei o projeto Ciências nas Trilhas, criado para tornar a ciência acessível para todos, em todas as idades e locais. Por fim, sou aprendiz e servidora, da natureza, de toda gente, sua diversidade e aventura. Adoro café, chás, música, arte e boa prosa!
    Currículo Lattes:4952358090434338 site: clizieri.com.br IG: @clau.lizieri /@ciencianastrilhas
  • Dilma Souza Santos,
    Fotógrafa, escaladora, nativa e remanescente de Igatu, na Chapada Diamantina - Bahia. Filha dos garimpeiros Delzuita Santos e Delcy Alves.
    Através da fotografia naturalista, diverte-se colecionando imagens e cenários exuberantes do Distrito de Igatu, seu povo e sua história.
    Com o passar dos anos, vem aprimorando seu olhar artístico, retratando desde fotos das infâncias igatuenses até registros espontâneos e pitorescos da pequena comunidade conhecida como a Machu Picchu brasileira.
  • Emanuel Silveira,
    • Fotógrafo, filmmaker, montanhista e guia de montanha.
    Movido pela aventura e a paixão por fotografia, procura sempre unir as duas coisas em algo único através de seu olhar, sendo criador do canal no YouTube “Longe da Rotina” e das web séries documentais “LA ESPINA – Uma aventura pelos andes” e "Transmantiqueira". Foi diretor do filme "MAJE - Sentimentos de estrada" que foi selecionado pelo 2º Mountain Festival e também do curta-metragem "A Trilha da Vida", que foi selecionado em diversos festivais de cinema pelo mundo. Entre eles: Festival Internacional de Cine del Cono Sur – Chile, Cinema Ambiente Avezzano – Itália, First-Time Filmmaker Sessions – Los Angeles e Londres, T.I.F.A – Tietê International Film Awards – Brasil, Mostra de filmes de Montanha – Brasil e recentemente tendo destaque no Rocky Spirit, festival que está em sua 11ª edição onde ganhou como Filme Inspiração do Ano. Também recebeu prêmio de Melhor Filme na escolha do público no renomado Freeman Festival – América Latina.
    Já teve fotografias compartilhadas pela National Geographic Brasil e tem como objetivo focar na fotografia de paisagem e aventura. Com um estilo um tanto emotivo nas fotografias, tenta transpassar seus sentimentos em cada olhar registrado.
    É embaixador Mundo Terra, Co-fundador do Papo Outdoor, administrador Trekking SP e Guia de Montanha pela Latitude 51.
  • Ester Ramirez,
    • Arquiteta e urbanista; fotógrafa profissional de natureza especializada em aves; atualmente com quase 1600 espécies de aves registradas do Brasil e cerca de 500 outras espécies registradas em viagens realizadas ao Peru, Venezuela, Uruguai, Argentina e Costa Rica. "E o que me deixa feliz é poder ver o brilho e o sorriso nos olhos de quem aprecia uma foto feita por mim. Com isso inicia um projeto de dividir com outros fotógrafos a habilidade em fotografar aves através de palestras e workshops, bem como realizar treinamentos dos profissionais envolvidos nesta atividade complexa, que demanda um alto grau de conhecimento mas que, ao mesmo tempo, é altamente prazerosa."
    • Instagram: @esterramirezphotography
  • Francielly Reis,
    • Bióloga, atua na área da mastozoologia com ênfase em primatas. Percorreu por diferentes biomas brasileiros e fotografa elementos da natureza como paisagens naturais, flora e, principalmente, fauna brasileira. Com suas fotos, colabora com vários projetos e pesquisas na área de conservação. Como fotógrafa profissional vem registrando olhares e feições de nossos animais.
    • Instagram: @franbio.sr
  • Gregory Fenile,
    • Fotógrafo brasileiro de Natureza, Aventura e Vida Selvagem.
    Formado em Produção Musical, sempre teve a natureza, os esportes e a arte ao seu lado, mas foi em 2018 que resolveu assumir a fotografia como sua mais nova companheira de viagens.
    A vontade de explorar o mundo, viajando e experimentando vivências mais reais, é o que o motiva a fotografar e mostrar as belezas da Natureza e que é possível a gente viver mais conectado à ela.
    Essa é a história que ele quer contar e, quem sabe assim, inspirar as pessoas a resgatarem esse amor pela Natureza, pela vida ao ar livre e a aproveitarem mais desse mundo maravilhoso que nos cerca.
  • Gustavo Massola
    • Artista plástico, documentarista e fotógrafo, tem como foco principal a vida simples e a natureza do Brasil Profundo, onde costuma mergulhar em viagens solitárias para garimpar imagens e histórias reais. Mais recentemente, a pintura tem feito parte de sua expressão, fruto de anos de contato com a Natureza do Brasil.
    • Instagram:@gusmassola
  • João Paulo Barbosa
    • Fotógrafo, historiador e montanhista, realizou cerca de 50 expedições em lugares como Antártica, Andes, Himalaia, África, Amazônia, América do Norte e Europa. Foi premiado pela National Geographic Society, Smithsonian Institution, Banff Centre, Memoria Maria Luisa, Desnivel, National Geographic Brasil, Patagon Journal, dentre outros. Realizou exposições em mais de 40 países e, desde 2004, possui uma exposição permanente no Museu do Índio Americano em Washington DC. Seu trabalho é publicado regularmente na Alemanha, Brasil e França e adquirido para coleções particulares e instituições, como o Museu da Fotografia de Fortaleza e o Memorial dos Povos Indígenas. Há 20 anos, organiza expedições fotográficas ao redor do mundo, principalmente de veleiro, jipe e caminhando. Atualmente, é representado pela Editora Vento Leste e pelo Ashram Photo.
    • Instagram:@joaopaulobarbosaphotography
  • João Quental,
    • João Quental é fotógrafo de natureza e se dedica principalmente à fotografia de aves. Tem mais de 3000 espécies fotografadas, com imagens feitas em todos os continentes e publicadas em diversos livros e periódicos
    • Instagram:@joaoquental
  • Julius Dadalti,
    • Fotógrafo carioca, que já perambulou por esse mundão de meu Deus, encontrou na fotografia a céu aberto, a grande inspiração. A paixão é a natureza, daí o cuidado em tentar despertar um ideal de respeito, somado a vontade de preservar, conservar, admirar e fortalecer o amor pelas populações que vivem nela.
    Líder de Expedições, guia fotógrafos e realiza workshops de Vida Selvagem nos campos de savana africanos, na Amazônia intocada ou no coração do Pantanal. Ministra palestras de fotografia de natureza em universidades e produz matérias para revistas e jornais especializados.
  • Luciano Lima,
    • Biólogo e Mestre em Zoologia, tem experiência em diferentes temas relacionados com a biodiversidade brasileira, com ênfase em ornitologia, conservação, turismo sustentável e interface entre natureza e saúde. Nos últimos quinze anos tem atuado em projetos de pesquisa, consultoria técnica e ensino em organizações do setor público, da iniciativa privada e do terceiro setor, incluindo Instituto Butantan, Universidade de São Paulo, Fundação Oswaldo Cruz, Hospital Israelita Albert Einstein, Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade, Conservação International do Brasil, entre outras.
    Atualmente, é pesquisador vinculado ao Observatório de Aves do Instituto Butantan; consultor e produtor de conteúdo do programa Terra da Gente, da EPTV, afiliada à Rede Globo e também Gestor de Sustentabilidade do Grupo Biophilia.
    A fotografia de natureza tem multiplas interfaces do seu trabalho, indo desde a documentação científica até a sensibilização do público para conservação ambiental.
  • Marcella Montenegro,
    • Comunicadora, bombeira florestal voluntária, bacharelanda em filosofia, aventureira, fotógrafa e colunista em veículos de mídia outdoor. É embaixadora World Adventure Society e âncora no podcast Reset Humano, ambas iniciativas cujo DNA baseia-se na relação “ser-humano x natureza” e seu potencial transformador. Participou ativamente na idealização e concepção de um projeto coletivo de fotografia e produção audiovisual, realizando a curadoria e a organização de sua 1ª exposição fotográfica; colaborando por meio deste com importantes eventos do segmento outdoor, como Mountain Festival e Freeman Film Festival Brasil.
    • Intagram: @_marcellamontenegro
  • Marcello Cavalcanti,
    • Fotografo carioca, criador do maior curso sobre fotografia de paisagens da língua portuguesa, autor de 3 e-books sobre o tema. Suas fotos são conhecidas pelo alto impacto visual e extrema criatividade e planejamento. Em seu canal no Youtube ensina técnicas sobre fotografia com videos gravados durante a execução das fotos. Autor dos projetos fotográficos “Fotofragmentos” e “Augusto Malta Revival” e vencedor de prêmios relevantes na fotografia nacional e internacional, Marcello tem também presença atuante no mercado fineart, com mais de 2.500 fotos vendidas nos últimos 12 anos.
    • Website:marcellocavalcanti.com.br / Instagram:@marcellocavalcanti1
  • Moabe Carvalho,
    • Visionário, criador e colaborador de projetos voltados ao empoderamento das pessoas através da fotografia, prática de escalada, trekking e esportes ao ar livre, acredita que o conceito de coletivo seja o motor para a construções sólidas de novas percepções de mundo.
    Praticante de atividades ao ar livre desde os 15 anos, é co-fundador de coletivos como o Ponto Crux (escalada) e Escalada Urbana SP (escalada), Noroeste - SP (trekking), membro organizador do GTM (Grupo Trilhadeiros Montanhismo), associado ao GPM (Grupo Paulista de Montanhismo) e co-fundador do projeto fotográfico Vitaldark.
    Atualmente é Vice Presidente da FEMESP (Federação de Montanhismo do Estado de São Paulo) entidade máxima no estado sobre montanhismo e suas práticas, Federação que busca representar os interesses dos montanhistas no estado.
  • Tom Santos
    • Nascido em Santo André em 1984, passou a maior parte da infância em Ribeião Pires, cidade serranea da grande São Paulo, onde já era possível ter bastante contato com a natureza e atividades outdoor.
    Seu primeiro contato com arte foi através da m´suica, como sua familia era de músicos, com 16 anos ingressou com o violoncelo na igreja onde toca até.
    Como veio de um berço de uma familia simples, sonhador e esforçado, precisou ir para São Paulo se especialar na area de tecnologia, formando-se em analista de cyber security, e após a efetivação do seu primeiro estágio, realizou o sonho da aquisição da primeira máquina fotografica.
    A fotografia, iniciou-se como um hobby de registrar qualquer coisa que fosse possível através daquelas lentes, entretanto foi através dela que aguçou o seu desejo de sair pelo mundo e tranformar em imagens os lugares mais inspiradores que nossos olhos possam ser.
    Na sua infancia, lembra que via em revistas muitos lugares dificeis de chegar, como montanhas e fenomenos exóticos como a aurora boreal, e hoje graças a Deus tem um registro disso.
    Hoje com quase 20 paises visitados, e com muitos projetos, ve a fotografia como uma arte de espressar afetos e levar sentimentos através das imagem, uma forma de conhecer novos lugares, culturas e o desconhecidos e fazer registros sempre tentando criar sua identidade visual como epressão.
    O que mais gosta de fotografar, são montanhas e lugares frios, onde exige um certo esforço fisico porém conseguindo uma esclusividade e paz para suas fotos.

PERGUNTAS FREQUENTES

Por causa do COVID-19, tenho acesso limitado à Unidade de Conservação e não posso tirar fotos para o concurso, o que faço?

Nós incentivamos que sejam enviadas fotos já existentes. Por favor, respeitem as limitações impostas pelas autoridades e se mantenham seguros.

Existe um limite para o número de fotos que posso enviar?

Não, você pode enviar quantas fotos quiser. Contudo, recomendamos que sejam selecionadas as suas melhores fotos, para aumentar as suas chances de vencer o concurso.

Posso utilizar Photoshop e/ou programas de edição de imagem antes de enviá-la?

Sim, as fotos podem ser editadas utilizando programas de edição de imagem. Mas, por favor, evitem exageros.

Quais são as orientações quanto ao tamanho da fotografia?

As fotografias devem ser enviadas no maior tamanho possível, evitando-se reduzir o tamanho para a web. Nós valorizamos fotografias em alta resolução por diversos motivos, incluindo qualidade de impressão. Apesar de fotografias abaixo de 2 megapixels serem aceitas no concurso, é improvável que recebam a premiação, dada a dificuldade de usabilidade da imagem.

Eu mesmo posso editar artigos da Wikipédia sem imagem e adicionar a minha foto?

Sim, ficaríamos muito felizes com isso! Como as imagens da competição estarão disponíveis na Wikimedia Commons, será fácil utilizá-las em artigos da Wikipédia.

Eu não sou o melhor fotógrafo do mundo. Vocês ainda querem as minhas fotos?

Sim, por favor! Mesmo se você não ganhar o concurso, sua contribuição pode te dar a satisfação de saber que ajudou a documentar a natureza e disponibilizou suas imagens gratuitamente para futuras gerações.

Fotos de fauna, flora e outros tópicos naturais (por exemplo: cavernas, praias, rios) são elegíveis para o concurso?

Esses tópicos são parte essencial dos ecossistemas naturais e suas fotos podem participar do concurso desde que tenham sido tiradas em uma Unidade de Conservação.

Adaptado de Frequently Asked Questions

Outras dúvidas? Por favor, utilize nossa página de Discussão ou algum dos contatos abaixo.


CONTATO


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